sexta-feira, 30 de julho de 2010

Um amor platônico, talvez...



Ela queria se vingar assim como em ''Dezesseis'' mas na crua verdade ela queria se vingar de si própria. Não o matando, isso NÃO. Mas pondo-se a se torturar, por gostar de uma pessoa errada. Mas já tinha encontrado a vingança há algum tempo, mas só tinha parado pra pensa agora que estava na negrura, onde não há nenhum tipo de luz lá no fundo que ela pudesse buscar. Pensou ter encontrado uma solução para aquilo que a trazia dor, e foi isso que achou , uma solução para sua rancorosa dor: Uma pessoa que a fez sentir desejada, melhor, amada. E essa solução não a trazia aflição, mas trazia prazer. Porém não podendo esquecer daquela pessoa que por minutos de prazer, a satisfazia, e a fazia esquecer a dor de um amor perdido, de uma amor sem esperanças, de um amor morto sem vida, sem luz. Um amor que não existe, um amor enfantizador, um amor platônico talvez, mas é um amor inexistente . Um amor que somente ela tinha criado. Um amor de ilusões, de sua própria imaginação. Já aquele não, aquele era um amor de prazeres e satifações de ambas as partes. E ela que estava cega demais para enxergar, gastou um dia inteiro refletindo o que estava ali na frente dela. Ele sempre esteve no escanteio do seu jogo, sempre no banco de reserva e que quando entrava até era esquecido, até hoje. Nada que uma noite de pensamentos, de verdades ditas, para realmente abri-la os olhos para aquilo que lhe traz um bem enorme, uma satisfação que ninguém mais trazia, só ele. Não era uma nova paixão, e sim uma nova descoberta para uma nova paixão, talvez. Um sentimento que ela ainda queria aprofundar até a alma, para vê se valia a pena se entregar de corpo e alma estudando-a mais, talvez seje a palavra certa, porém não podia deixar de viver, de curti de sair com meus amigos, para ficar estudando a alma de alguém, só estava querendo dizer que ele era a primeira opção, mas entre muitas diversões podem vim a calhar mais amores que podia estudar e talvez se entregar. Alguns poetas dizem que o tempo é o vento, mas pelo incrível que pareça o tempo pra ela estava se rastejando, só porque denovo estava se apaixonado!
(Poema de Camila Henrique falando sobre seu suposto amor platônico.)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Depressão?

Uma amiga chegou até mim meia cabisbaixa no msn e então começamos a conversar e ela inspirava tristeza em suas palavras.
Então eu disse: Amiga sua foto está linda (e realmente estava bonita)
E ela disse: Para de graça!
Eu disse: Ah amiga deixa de ser pessimista está na hora de ser otimista um pouco, não acha?
Ela disse(desconversando): Amiga estou morrendo de saudades, essas férias estão acabando comigo.
Eu disse: Eu também, estou morta de saudades!
Ela disse: Mas estou mais por estar carente, sabe me bateu uma recaida legal . Hoje mesmo foi o dia .
Eu disse: Porque?
Ela disse(resvalante): Por que eu não estou me entendendo nem me encontrando..
Eu disse: É díficil encontrar algo quando nem sabemos o que estamos preocurando ....
Ela disse: É verdade amiga, estou no meio de uma imensa escuridão sem fim, e ainda perdida sem luz .
Eu disse: Mas tem gente que morre sem se conhecer.... basta saber o que quer para depois se conhecer amiga!
Ela disse: É amiga , mas o que eu quero? É uma grande pergunta que me faço todos os dia. O que quero da minha vida , do meu coração, o que eu quero tanto de mim , ainda não tem respostas. A cada vez que tento descobrir mais perguntas pelo caminho eu encontro .
Eu disse: As respostas estão dentro de você, pergunte a você mesma... até o ano passado eu estava assim, vagando como senão tivesse rumo... mas foi graças às minhas experimentações que me conheci! Toda escolha sempre há uma consequência... e eu sofro as minhas todos os dias e me pergunto: é isso mesmo que eu quero?
Até fazer uma coisa que me deixa saciada e me faz retornar no caminho que escolhi...Então experimente coisas, maneiras.. TUDO! Experimentar é viver mesmo que viver não seje vivível.
Ela disse: É amiga talvez falta-me isso experimentar, talvez falta-me viver, viver a minha vida , fazer minha própria história .
Eu disse: Até porque o que se leva da vida é a vida que se leva... E a vida é curta e se você não aproveitar, a vida passa e a morte é sempre ingrata e se ficarem quites é a vida que te mata. Então está esperando o que? Seje feliz, seje feliz agora!
Ela disse: Mas amiga esse problema só tem um nome , e só eu tenho que destruir isso, mas não sei pensei que tinha acabado tudo e hoje quando dei por mim descobri que não que ainda tem muito que se jogar fora mais eu não consigo , não tenho coragem , tenho medo talvez, eu acho ainda estaje perdida , porém não sei o remédio pra me fazer curar. O tempo até pode correr, mas tá demorando .
Eu disse: Estarei aqui pra destruir isso com você, a missão é NOSSO escudo, e a verdade NOSSA espada. Mesmo que ninguém seje responsável pela sua tristeza ou alegria e você podendo ser feliz sozinha, estarei aqui pra te acolher! O tempo é o vento e se é cedo ou tarde demais pra se descobri por incrível que pareça só o tempo que vai decidir!
Ela disse: Mesmo você sendo minha pscicologa (risos) Acho que preciso de um pscicologo!
Eu disse: Eu sou o que quiseste e eu irei com você, pois viver é uma dádiva fatal e no fim das contas ninguém sai vivo daqui, mas me prometa que irá esquecer essa angústia e sorrir? Um dia sem sorriso é um dia perdido.
Ela disse: Já estou sorrindo!
(Conversa de Luciene Gomes e Camila Henrique 28/07/10- Baseado em Fatos Reais, pois o autor pode distorcer o final da trama.)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Dezesseis


Perdi meu orgulho
Agora sou mulher que aceita tudo
Antes ia à missa todos os domingos
Pra rogar e rezar ofício
Mas isso tudo mudou
Quando conheci aquele moço
De aparênica atraente
E olhar envolvente

Ele me fez pecar com marinheiros
Pecar com malandros
Pecar com fuzileiros navais
Pecar com sargentos
Com padres, sacristões
Gregos e troianos

Minha pureza já foi degradada
Minha virgindade por ele tirada
Hoje vivo a sofrer e a implorar
A um homem a me amar

O mesmo homem que me tirou de casa
Que me prometeu o céu e o mar
Que me fez várias promessas
Mas que mudou depois de me descabaçar

Agora ele vai embora de dia
Me deixa aqui nesse imundo lupanar
E só aparece de noite
Pra pegar o dinheiro e transar

As vezes me pergunto:
Como vim parar nesse bordel imundo?
Me vendendo por roupas, bebidas e fumo
Que nem é pro meu consumo

Teve um dia que lhe perguntei:
Porque fizeste isso comigo?
Porque me tirastes do meu abrigo?
Porque és tão cínicio?

E ele me respondeu:
Por que és tão ingênua e acreditaste em qualquer um
E acreditaste logo em mim
Um cafetão dissimulado

E eu então quieta, pus me a emudecer
Pus me a quieta sofre
Pus me a enlouquecer

E no auge do meu desvario
Constantemente ouvia um barulho de tiro
Então eu audaciosa
O matei com 16tiros de sua própria pistola

Vi seu sangue manchar minha faceta
E não era o mesmo sangue que tinha saido de minha buceta
O vi então suplicar, agonizar, rogar...
Tirei sua vida, assim como fez com a minha

E com dezesseis anos foi a idade que perdi minha virgindade
Com Dezesseis anos me tornei dona do melhor bordel desta cidade.
(Pósparido)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pessoal Particular



Me disseram que o blog é algo pessoal. Que tem que se escrever seus pensamentos, paixões, ilusões, etc... Pois bem, não irei fazer nem melhor, nem pior mas farei do meu jeito. Estarei sem máscaras, despida e desinibida. Já que a imaginação é mais importante do que o conhecimento e já que o meu humor é bipolar conteúdo é o que não irá faltar, pois o mundo é a tragédia pros que sentem e uma comédia para os que pensam. A minha poesia é incomunicável então fique torto no teu canto, porque minhas palavras não falam, minha mente é quem grita. Porque falar de boca cheia é feio, mas falar de cabeça vazia é mais feio ainda. Pois pessoas normais falam de coisas, pessoas inteligentes falam de idéias, pessoas medíocres falam de outras pessoas. Então leia, sinta, viva respire minhas poesias!